Muitas pessoas ao lerem o blog e que não conhecem o folclore familiar, ficam curiosos com esse apelido tão depreciativo. Na verdade, a culpa é do tio Rosem que espalhou por aí a reação do "papai em processo".E depois eu explico o porque de chama-lo assim.
A história resumida é: pequenino, chorando muito para não entrar no colégio, era consolado pela professora que lhe explicava que, quem não estuda fica burrinho. Ele imediatamente respondeu: "mas eu quero ser burrim!" Com três anos,foi uma resposta bem coerente com a vontade dele de não se afastar da segurança da mãe e voltar para casa!
Caí na besteira de contar para a família que "tomou de conta" e, sempre que queriam mexer com ele, chamavam-no de Zé burrim. Graças a Deus o apelido não pegou. Ficou apenas como um fato hilário, de quem hoje tem duas graduações e é um excelente profissional. (E não são só palavras de mãe coruja!!)
A foto do blog é do reveillon de 2008 (a turma de amigos que passou na Praia das Fontes fez a camisa para todos)